Aula 35 Perda de território I

TEMA: Perda de território I

Nossa aula foi: terça-feira, 28 de maio de 2024.

EIXO TEMÁTICO

Aspectos Introdutórios da investigação científica

 

HABILIDADES

Selecionar fontes de pesquisa de forma segura de acordo com a problemática em estudo.

 

OBJETIVOS DE CONHECIMENTOS

Literatura dentro do projeto científico

 

CONTEÚDO

Literatura dentro do projeto científico

 

METODOLOGIA:

O objetivo dessa aula é realizar leitura e responder questões acerca do texto selecionado para a problemática da pesquisa.

Para tanto, nos serviremos de aula prática em que os alunos realizarão a leitura de um fragmento a transformação da paisagem. Essas respostas servirão para compreensão da temática e para produção textual do relatório final da pesquisa.

 

MATERIAL:

RAMOS, Dayane de Oliveira; SILVA, Diego Cruz; PASCARELLI, Bernardo Miguel de Oliveira. O papel da substituição do cerrado por áreas de agropecuária e a extinção do Lobo Guará. In: Semioses: Inovação, Desenvolvimento e Sustentabilidade. Rio de Janeiro, v.12, n. 2, abr./jun de 2018.

 

1.4 Perda de território

1. Com a expansão acelerada, e sem nenhum tipo de fiscalização, das áreas agrícolas durante anos e o crescimento das áreas urbanas, o lobo guará vem perdendo cada vez mais seu espaço nativo. Segundo dados realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) e a Universidade Federal de Goiás (UFG), em algum momento entre 2011 e 2012, o Cerrado perdeu cerca de 7 mil Km² (CUSTÓDIO, 2016).

2. Dada a crescente perda de território e o aumento das áreas urbanas, o lobo guará vem enfrentando novas ameaças. A proximidade com o homem trouxe consigo uma convivência nada pacífica, gerando muito perigos para o animal. Entre eles, a perseguição por parte dos fazendeiros, os atropelamentos ocasionados pelo aumento de números de estradas e pela falta de corredores ecológicos, e ainda, doenças transmitidas pelo eventual contato com animais domésticos (JUNIOR MOTTA, 2000).

3. A falta de conhecimento básico sobre o lobo guará faz com que ele seja visto de forma negativa pelos fazendeiros, que por equívoco o enxergam como um animal ameaçador, por creditarem a ele as mortes de suas aves domésticas e criações. Algo que poderia ser atribuído à ação de outras espécies, como cobras, lagartos, gaviões, furões, cachorros-do-mato, gatos do mato, entre outros. No entanto, geralmente a culpa recai sobre o lobo guará, que de perigoso não tem nada. Em virtude disso, o animal vem sofrendo uma grande represália, sendo caçado de maneira indiscriminada por fazendeiros armados e com auxílio de cachorros (DE PAULA, 2013).

4. Em alguns estados como no Rio Grande do Sul (para onde migrava em certas ocasiões), o lobo guará quase foi extinto por caçadores interessados em sua pelagem, por fazendeiros preocupados com suas criações, por expansão de áreas urbanas e rurais e até mesmo por crenças populares – uma delas diz-se que atrai sorte guardar o olho esquerdo de um guará, como amuleto, depois de arrancá-lo com o animal ainda vivo (CUSTÓDIO, 2016).

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒

Registro no caderno das respostas elaboradas com base na leitura do texto.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno das respostas elaboradas com base na leitura do texto.