TEMA: Perda de território II
Nossa aula foi:
EIXO TEMÁTICO
Aspectos Introdutórios da investigação científica
HABILIDADES
Selecionar fontes de
pesquisa de forma segura de acordo com a problemática em estudo.
OBJETIVOS DE CONHECIMENTOS
Literatura dentro do
projeto científico
CONTEÚDO
Literatura dentro do projeto científico
METODOLOGIA:
O objetivo dessa aula é realizar
leitura e responder questões acerca do texto selecionado para a problemática da
pesquisa.
Para tanto, nos serviremos de aula prática em que os alunos realizarão a
leitura de um fragmento a transformação da paisagem. Essas respostas servirão
para compreensão da temática e para produção textual do relatório final da
pesquisa.
MATERIAL:
RAMOS, Dayane de
Oliveira; SILVA, Diego Cruz; PASCARELLI, Bernardo Miguel de Oliveira. O papel
da substituição do cerrado por áreas de agropecuária e a extinção do Lobo
Guará. In: Semioses: Inovação, Desenvolvimento e Sustentabilidade. Rio de
Janeiro, v.12, n. 2, abr./jun de 2018.
1.4 Perda de território
5. A forte atuação antrópica existente no Cerrado tem levado a uma baixa
considerável no número de exemplares da espécie, ainda mais em pequenas
populações. Uma vez que seu território se encontra fragmentado, o animal tem a
necessidade de cruzar estradas e rodovias com elevado número de tráfego em
busca de áreas com condições mais favoráveis a sua sobrevivência, o que leva a
atropelamentos. Grande parte das vítimas são animais jovens a procura de áreas
propícias para se instalar, ou indivíduos mais velhos sem a agilidade de
outrora (DE PAULA, 2013).
6. O alto número de atropelamentos ocorre principalmente nos estados de
São Paulo, Minas Gerais e Goiás, incluindo ainda o Distrito Federal (FREITAS,
2013). Acredita-se que em certos casos, os atropelamentos não acontecem
acidentalmente, em muitos locais, as pessoas apresentam aversão ao lobo,
fazendo com que o mesmo seja um alvo a ser abatido quando, eventualmente, o
encontro acontece em uma estrada. Especula-se que a razão da morte de um terço
à metade da produção anual de filhotes sejam os atropelamentos, ressaltando a
alarmante importância da criação de corredores ecológicos (DE PAULA, 2013).
7. Outra questão que também deve ser levada em conta, mesmo que até
então não se saiba muito a respeito de sua gravidade, é o risco de contração de
doenças oriundas do contato com animais domésticos, em especial onde lobos e
cães compartilham as mesmas áreas. O lobo guará está suscetível a diversas
doenças propagadas por cães, embora ainda não haja uma extensa avaliação,
estima-se que possa ser significativo o impacto destas doenças. No Brasil foram
realizados estudos revelando que animais em contato indireto com cães
demonstraram indícios de várias doenças, tais como raiva, cinomose,
parvovirose, leishmaniose, dentre outras. Algumas vezes o animal tem contato
com o patógeno, mas a doença não se manifesta, devido às defesas do organismo,
assim não desenvolvendo sintomas que prejudiquem a sua vida. O óbito de
espécimes acometidos por cinomose e raiva, ou portadores de parvovirose
poderiam comprometer populações anteriormente sadias da espécie. Todavia não se
tem ao certo ideia do grau de sensibilização da espécie às doenças que se tem
contraído (DE PAULA, 2013).
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒
Registro no caderno das respostas
elaboradas com base na leitura do texto.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA
FLEXIBILIZADA🎒
Registro no caderno das
respostas elaboradas com base na leitura do texto.