Aula 39 Perda de território II

TEMA: Perda de território II

Nossa aula foi: terça-feira, 11 de junho de 2024.

EIXO TEMÁTICO

Aspectos Introdutórios da investigação científica

 

HABILIDADES

Selecionar fontes de pesquisa de forma segura de acordo com a problemática em estudo.

 

OBJETIVOS DE CONHECIMENTOS

Literatura dentro do projeto científico

 

CONTEÚDO

Literatura dentro do projeto científico

 

METODOLOGIA:

O objetivo dessa aula é realizar leitura e responder questões acerca do texto selecionado para a problemática da pesquisa.

Para tanto, nos serviremos de aula prática em que os alunos realizarão a leitura de um fragmento a transformação da paisagem. Essas respostas servirão para compreensão da temática e para produção textual do relatório final da pesquisa.

 

MATERIAL:

RAMOS, Dayane de Oliveira; SILVA, Diego Cruz; PASCARELLI, Bernardo Miguel de Oliveira. O papel da substituição do cerrado por áreas de agropecuária e a extinção do Lobo Guará. In: Semioses: Inovação, Desenvolvimento e Sustentabilidade. Rio de Janeiro, v.12, n. 2, abr./jun de 2018.

 

1.4 Perda de território

5. A forte atuação antrópica existente no Cerrado tem levado a uma baixa considerável no número de exemplares da espécie, ainda mais em pequenas populações. Uma vez que seu território se encontra fragmentado, o animal tem a necessidade de cruzar estradas e rodovias com elevado número de tráfego em busca de áreas com condições mais favoráveis a sua sobrevivência, o que leva a atropelamentos. Grande parte das vítimas são animais jovens a procura de áreas propícias para se instalar, ou indivíduos mais velhos sem a agilidade de outrora (DE PAULA, 2013).

6. O alto número de atropelamentos ocorre principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, incluindo ainda o Distrito Federal (FREITAS, 2013). Acredita-se que em certos casos, os atropelamentos não acontecem acidentalmente, em muitos locais, as pessoas apresentam aversão ao lobo, fazendo com que o mesmo seja um alvo a ser abatido quando, eventualmente, o encontro acontece em uma estrada. Especula-se que a razão da morte de um terço à metade da produção anual de filhotes sejam os atropelamentos, ressaltando a alarmante importância da criação de corredores ecológicos (DE PAULA, 2013).

7. Outra questão que também deve ser levada em conta, mesmo que até então não se saiba muito a respeito de sua gravidade, é o risco de contração de doenças oriundas do contato com animais domésticos, em especial onde lobos e cães compartilham as mesmas áreas. O lobo guará está suscetível a diversas doenças propagadas por cães, embora ainda não haja uma extensa avaliação, estima-se que possa ser significativo o impacto destas doenças. No Brasil foram realizados estudos revelando que animais em contato indireto com cães demonstraram indícios de várias doenças, tais como raiva, cinomose, parvovirose, leishmaniose, dentre outras. Algumas vezes o animal tem contato com o patógeno, mas a doença não se manifesta, devido às defesas do organismo, assim não desenvolvendo sintomas que prejudiquem a sua vida. O óbito de espécimes acometidos por cinomose e raiva, ou portadores de parvovirose poderiam comprometer populações anteriormente sadias da espécie. Todavia não se tem ao certo ideia do grau de sensibilização da espécie às doenças que se tem contraído (DE PAULA, 2013).

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒

Registro no caderno das respostas elaboradas com base na leitura do texto.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno das respostas elaboradas com base na leitura do texto.